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05 maio, 2011

REPRISE ATUALIZADA: CÓDIGO BESTIAL*

Há, no mínimo, duas questões interessantes neste atual projeto de código florestal brasileiro:

1 – por que um país, para progredir, precisa ir na contra-mão do que é considerado moderno e, principalmente, imprescindível às gerações atuais (as futuras terão suas oportunidades de luta)? 2 – como é possível, salvo engano ou má fé, que alguém acostumado às lides do campo – pecuária ou agricultura, não saiba da importância da mata ciliar para a preservação de cursos d’água e, por extensão, da própria água?


Tomemos o caso de SANTA CATARINA que conseguiu aprovar um código ambiental inconstitucional e danoso à qualidade de vida dos catarinenses. Talvez seja o estado mais frágil na relação com os fenômenos climáticos: conforme a região, sofre com seca, chuvas e/ou ventania. Ou seja, dificilmente não está em situação de risco.
Durante o período chuvoso de 2008, entre inúmeras perdas humanas e materiais, tivemos a paralisação das atividades do PORTO DE ITAJAÍ. O aumento do volume de água no Rio Itajaí Açu destruiu instalações fundamentais ao seu funcionamento. O rio também teve seu processo de assoreamento intensificado, o que reduziu sua capacidade de receber navios de grande calado. Ora, as pessoas envolvidas na administração do porto, assim como seus usuários sabem que a qualidade do rio é fundamental para a operação do mesmo. Não é necessário grande esforço intelectual para compreender que tudo o que acontece à bacia hidrográfica reflete no porto. Então, que tal incentivar o proprietário rural, independente do tamanho da sua posse, a preservar as margens dos cursos d’água e nascentes e a fazer a sua recomposição recompensando-o por isto?
Se a preocupação do Aldo (comuna?!) Rebelo é não inviabilizar as pequenas propriedades, por que é tão difícil que ele compreenda que a existência das matas ciliares, além de melhorar a vida de quem habita ou trabalha rio-abaixo, ainda evita que a área da sua propriedade diminua com o desbarranqueamento que causa o assoreamento que prejudica o abastecimento das cidades e complica o porto?
Aliás, o Porto de Itajaí, sabedor que serviços de dragagem implicam em milhões de reais não se preocupa como o ASSOREAMENTO do Rio Itajaí -Açu?
O CÓDIGO FLORESTAL é importante para todos, não apenas para alguns setores, como defendem COMUNALDO REBELO e seus COMPADRES. Existem OPINIÕES DIFERENTES quanto às necessárias alterações no Código.

Ps. 1 - * que as bestas me perdoem pela comparação ambientalmente incorreta;
Ps. 2 - saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

12 julho, 2010

CÓDIGO BESTIAL*

Há, no mínimo, duas questões interessantes neste atual projeto de código florestal brasileiro:
1 – por que um país, para progredir, precisa ir na contra-mão do que é considerado moderno e, principalmente, imprescindível às gerações atuais (as futuras terão suas oportunidades de luta)?
2 – como é possível, salvo engano ou má fé, que alguém acostumado às lides do campo – pecuária ou agricultura, não saiba da importância da mata ciliar para a preservação de cursos d’água e, por extensão, da própria água?
Tomemos o caso de SANTA CATARINA que conseguiu aprovar um código ambiental inconstitucional e danoso à qualidade de vida dos catarinenses. Talvez seja o estado mais frágil na relação com os fenômenos climáticos: conforme a região, sofre com seca, chuvas e/ou ventania. Ou seja, dificilmente não está em situação de risco.
Durante o período chuvoso de 2008, entre inúmeras perdas humanas e materiais, tivemos a paralisação das atividades do PORTO DE ITAJAÍ. O aumento do volume de água no Rio Itajaí Açu destruiu instalações fundamentais ao seu funcionamento. O rio também teve seu processo de assoreamento intensificado, o que reduziu sua capacidade de receber navios de grande calado. Ora, as pessoas envolvidas na administração do porto, assim como seus usuários sabem que a qualidade do rio é fundamental para a operação do mesmo. Não é necessário grande esforço intelectual para compreender que tudo o que acontece à bacia hidrográfica reflete no porto. Então, que tal incentivar o proprietário rural, independente do tamanho da sua posse, a preservar as margens dos cursos d’água e nascentes e a fazer a sua recomposição recompensando-o por isto?
Se a preocupação do COMUNALDO é não inviabilizar as pequenas propriedades, por que é tão difícil que ele compreenda que a existência das matas ciliares, além de melhorar a vida de quem habita ou trabalha rio-abaixo, ainda evita que a área da sua propriedade diminua com o desbarranqueamento que causa o assoreamento que prejudica o abastecimento das cidades e complica o porto?
Aliás, o Porto de Itajaí, sabedor que serviços de dragagem implicam em milhões de reais não se preocupa como o ASSOREAMENTO do Rio Itajaí -Açu?
O CÓDIGO FLORESTAL importante para todos, não apenas para alguns setores, como defendem COMUNALDO REBELO e seus colegas.

Ps. 1 - * que as bestas me perdoem pela comparação ambientalmente incorreta;
Ps. 2 - saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

13 julho, 2009

SÃO PAULO QUE AMANHECE TRABALHANDO...

O título é um trecho de uma clássica canção brasileira: SINFONIA PAULISTANA, de Billy Blanco. (experimentem clicar nos links). A questão é saber quem é que realmente põe a mão na massa. Vejam, por exemplo, esta matéria que recolhi no site www.globo.com :

“
Trabalho escravo e exploração infantil no interior de São Paulo

Policiais flagraram trabalho escravo e exploração de obra infantil em uma fazenda que produz limão no interior de São Paulo. Foi no município de
Cabreúva, a 70 quilômetros da capital.

Leandro Rossito
Cabreúva

Foi uma denúncia que levou a polícia até a fazenda. Um lavrador estava na propriedade há quatro meses e conta que não recebeu nenhum pagamento. "Às vezes o povo dá um pouco de comida. Tem vez que nós não comemos, não almoçamos, não jantamos nem nada."

Os funcionários contaram para os policiais que havia crianças trabalhando (...)

27 março, 2009

EH SÃO PAULO...

Pelo jeito, Raposo Tavares só mudou de nome e endereço. A busca de escravos para as lavouras paulistas continua firme.



"Trabalhadores rurais, aliciados no Maranhão, chegam à Santa Bárbara D´Oeste com falsa promessa de Emprego.

Ao chegarem, após seis dias de viagem em um ônibus clandestino, não encontraram ninguém para recebê-los. Para que eles não dormissem ao relento, a administração da rodoviária precisou disponibilizar três salas comerciais para abrigá-los durante a noite.
Cada um dos 37 trabalhadores que acreditou na proposta de trabalho, desembolsou 250 reais para comprar a passagem.

A notícia pode ser ouvida no link da rádio.

Assim que o Serra for eleito presidente do Brasil ele resolve tudo isto, né?


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