Palavras brincantes, nem sempre sisudas. Às vezes, sim. Normalmente, não. No fundo, e no raso, não passa de meu playground. Como playground não é para ser curtido sozinho, todos estão intimados. Um detalhe: este blog não faz a menor questão do novo trambique ortográfico.
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19 julho, 2011
TEDxFloripa: o otimismo militante
Lamentavelmente, palavra que apenas uso em caso de necessidade extrema (porque o viver não é para transcorrer em lamentos), cheguei ao local só no meio da tarde. Juntamente com cumpadi LINO, arquiteto professor na UFSC, implorei para entrar, pois a organização era mesmo organizada e, como tal, não permitia invasão de retardatários em meio às palestras. Felizmente (gosto mais desta), depois de nos explicarmos, deixaram-nos adentrar à cyber-ÁGORA. Atrasadim que seja, sou daqueles que procura fazer a caipirinha mesmo que só com a sombra do limoeiro, desfrutei (pra combinar com a anterior) de uma reunião pra lá de bacana: o TEDxFloripa.
Você aí, que me privilegia com a visita, sabe lá o que isto vem a ser? Pois, te digo: é um tipo de reunião onde um punhado de pessoas ouve outras que contam histórias interessantes, apresentam projetos idem e/ou apontam soluções. E, coisa rara, sem lamentações (e você, caro visitante, já sabe que não gosto) nem esperneios voluntaristas.
BRUNO CHEUICHE, o coordenador do evento, contou que tomou conhecimento do TEDx quando o irmão o convidou para assistir/participar do TEDxAmazônia. Gostou e resolveu organizar o de Floripa. Das poucas palestras que assisti, gostei de ouvir Duda Mattar (cadê teu site, guria?) explicar como é possível colorir a vida das pessoas a partir dos seus lares, como aconteceu, por exemplo, no MORRO DONA MARTA (Rio de Janeiro) e de tomar conhecimento da TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS.
Para fechar a festa de otimismo militante (nem todo otimista fica esperando que chova na sua horta), tivemos a apresentação do trabalho A REVOLUÇÃO DOS BALDINHOS. Foi fantástico unir-me ao aplauso sincero e emocionado de todos os presentes.
Saí de lá mais crente que nunca naquele velho papo: se cada um não sujar sua calçada, a cidade inteira fica limpa. Mãos à obra?
Ps.: saiba muito mais, inclusive o que é TED e como foi o de FLORIPA, clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)
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