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26 junho, 2008

IMPUNIDADE DE IMPRENSA

jJornal da Band. Bóris, o Cazóyo Bueca-de-Muela analisando a pesquisa para a prefeitura de São Paulo:
- Marta está em primeiro lugar com 31%. O ex-governador Alkiminxuxu vem logo atrás com 25%.


Logo atrás?! Isto é que é torcer.
{8¬)

13 junho, 2008

IMPUNIDADE DE IMPRENSA

Sabem aquele papo xoxo que rola entre Heródoto, O Barbeiro, Artur, O Xexéu e Heitor, O Conyvence, nas manhãs CBNísticas, não tem?
Pois hoje, 13/06, Cony disse que é dispensado de votar há muito anos. E não vota e nem faz questão.
A pergunta a ficar calada é: como este senhor que se recusa a votar pode reclamar do que fazem os políticos eleitos, seja lá o que eles fazem?! Será ele como a Denise, que cala, mas não consente?!
Realmente, toda a Nação deve lutar pela liberdade de imprensa porque a impunidade já está garantida.
E cadê o Observatório?

18 março, 2008

My Dear Humpty Damp ?!

My Dear Humpty Damp
- Cumpadi Zé, sinceramente, não sei qual o significado da expressão “My Dear...” Como não sou um cara desconfiado, tomo como elogio.

NÃO TÁ FÁCIL, MAS TAMBÉM NÃO ESTA DIFCIL foi o que o ovo acima disse até que caiu na real e se quebrou.
- A frase “NÃO TÁ FÁCIL...” refere-se ao meu micro, que está com problemas e, por isto, me dificultado o trabalho.

Eu não posso dizer nada sobre esses programas de tv pq não os assisto. Por principio.
- Fica meio complicado entender minha opinião sobre um programa de TV que vc não assistiu nem costuma assistir. Eu assisto este e muito outros, mesmo quando me parecem tendenciosos, pois quero saber tudo o que me for possível sobre qualquer coisa que se movimente no mundo. Sou um curioso praticante. Talvez, venha daí minha dificuldade em conviver em escolas: não sigo nem quero ser seguido. Tentando explicar: OPINIÃO NACIONAL é anunciado como programa de debates. Entretanto, não me lembro de ter, nalguma das vezes que o assisti, de participantes com pontos de vista conflitantes. Daí, chamo-o de programa de concordates RODA VIVA, outro programa da TV Cultura, também padece do estilo psdb de eufemismar até unha encravada. Caso o tema seja batatinha, o coro sai afinadinho: “batatinha quando nasce...”. Como preciso saber o que pensam, assisto.

Agora querer dizer que prá entender de merda tem que pisar na merda, tem que comer merda, sorry!!!! Não concordo.
- Creio que não fui claro no que escrevi. Pra mim, cada um pode falar o que quiser sobre o que quiser e, por reação (parece que há uma lei da física que trata desta questão) recebe o que quer e, às vezes, o que não quer nem imaginava. A questão é simples: a professor de direito internacional pode falar o que quiser sobre guerrilha ou sobre a pesca da tainha. O que ela não sabe, e não a responsabilizo por isto, é “o quê” é ser guerrilheiro ou puxador de rede. Simplificando mais ainda: a academia instrui e forma, mas não define quem é o dono da receita. Nem todo acadêmico pega o touro pelos chifres.

E também creio que as borboletas não se espetaram sózinhas e se seu irmão Patinho só conhece borboletas espetadas ele perdeu uma vida toda a ver sem sentido, sem beleza, o morto.
- Este papo sobre borboletas e Patinho não é uma acusação a ele. Mesmo porque, desde que o conheço, é de por a mão na massa. Lá em Cosmo, ainda graduando, já gostava de perseguir a mosquitada. Tinha um tal Projeto Lombriga, se não me engano.

Quer dizer que é diferente fazer criticas e dizer coisas aqui no seu blog e na Veja????? No seu blog vc vai mineira mente enfrentar o desafeto, faca em mão, machão e dizer: "olha que vc não está respeitando a liber(impuni)dade de imprensa!Onde começa a sua e termina a deles??? No seu moto do MSN: "NÃO TÁ FÁCIL, MAS TAMBÉM NÃO ESTA DIFCIL"
- No tocante ao ato de criticar há diferenças de estilo, pois cada um tem sua história e, portanto, viso de mundo. Quanto a respeitar, não respeito coisa alguma. Já disse isto a ti, Caio e Manita lá em Cosmó, no dia seguinte ao casamento do Patão, quando me vieram dizer que era desrespeito ter entrado na igreja empunhando a garrafa de cachaça.
Não pratico a tese que diz que a liberdade de um termina onde começa a do outro. Não reconheço pessoa alguma como capaz de estipular esta divisa.


Eu não me julgo mediocre e felizmente nunca tive de sentar na cadeira de ninguém, por isso voto e e persigo meu votado, mas cobro dele enquanto sociêdade ser responssável por seus atos e atitudes mas não me incomoda se alguém tem medo de ir a padaria depois de escuro, o que me incomoda é a falta de disposição de mudar isso tudo e ficar vendo tv em vez de ir a padaria.
- Não chamei pessoa alguma de medíocre. Escrevi que a professora não tem estofo suficiente pra chamar os presidentes em questão de medíocres. É a minha opinião. Agora, se ela desejar, pode chamar quem quiser disso ou de coisa melhor ou pior.

Jornalista????? e o que vc é aqui nesse blog? Blogueiro? Quer dizer que os Jornalista que tem Blogs estão forra dessa sua classificação generalizada?É uma espécie nova??? Tai, que merda, vamos precisar da maldita academia (que pelo visto vc não bate bicos facilmente) prá definir os limites de quem é quem e quais as implicações. Ou vc vc vai ser a a academia e decidir?
- Dentro do meu alcance, sou o que desejo ser. Estou blogueiro e o blog é minha metralhadora. Às vezes, de brinquedo, que o quê mais gosto é de me divertir.
A meu juízo, toda classificação é fruto de generalização. Não posso afirmar que todos os jornalistas escudam-se na liber(impuni)dade de imprensa. Também não posso afirmar que todos os mineiros gostam de tutu. Mas, que mineiros adoram tutu, isto lá, adoram!
E, fico feliz que tenhas deitado farpas por aqui.


Abraços
Zé

Outros.
{8¬)

10 março, 2008

CRITICAR, CRITICO!

Susanna, e demais caras e caros.
Criticar, critico tudo o quê me dá vontade. Minha agora é onde alcanço. E vc sabe que criticar não é falar mal disto ou daquilo.
Costumo assistir o programa, sempre que tou em casa nas noites em que é apresentado. Interessa-me saber o que todo tipo de pessoa pensa. Meu viver é totalmente dependente do viver de todos os seres e estares. Chamo-o de PROGRAMA DE CONCORDATES porque, embora seja anunciado como um programa de debates, rarissimamente convidam pessoas com opiniões opostas. O normal é ficar só na base de comentários concordantes. Assim como o Roda Viva, que também gosto. Curto mesmo é o PROVOCAÇÕES. Por que será? {8¬)
Quanto ao que eles disseram, e aí vai minha opinião sobre a academia, principalmente, sobre a postura dos profissionais das ciências humanas, não sou tão cruel ao ponto de querer que a professora de direito internacional (não me lembro o nome) vá enfrentar aquela mosquitada amazônica; muito menos, balas de verdade. O que quero é que um(a) analista como ela deixe claro que está falando de guerrilheiros sem saber o que é ser guerrilheiro; que só pisa na lama quando vai passear na chácara ou o Pirajussara invade seu caminho.
Às vezes, incomoda-me ver alguém que não deve ter coragem de ir caminhando à padaria depois que escurece chamando presidentes, bem ou mal escolhidos pelos seus eleitores, de medíocres. Sabe lá ela o que é ser, ao menos, vereador em Xirica dos Confins? É, ao menos, síndica do seu condomínio ou participa da associação de moradores do seu bairro?
Pode-se gostar ou odiar bushes, sadams, bin ladens, malufes, papas bentos, madres terezas, serras, lulas e jkzes. A questão é deixar claro que nunca se sentou naquela cadeira ou teve que decidir se o avião deve levar bomba ou remédio. E opinar a partir daí.
A capa da Veja diz que Fidel já vai tarde. O cara que escreveu, os editores que aprovaram a publicação, têm peito pra ir à Havana e dizer isto, pessoalmente, ao cabôco barbudo?
Jornalista – e estou generalizando, é igual fiotão criado com a avó, como se diz no interior de SP: se alguém diz que não gostou do que ele escreveu, que tem de ser responsável pelo que escreveu já fica todo melindroso: “olha que vc não está respeitando a liber(impuni)dade de imprensa!”
Costumava dizer ao meu irmão Patinho, quando convivíamos de perto, que um biólogo, normalmente, só sabe como é uma borboleta quando ela está espetada numa daquelas besteiras de primeiroanista chamada insetário. Ou, então, fatiada na lâmina de um microscópio. A borboleta está uma borboleta quando, entre outros momentos, voa pela mata, pousa numa flor ou estaciona na boca de um sapo.
Simplificando, é como um agente de saúde pública, não importa o cargo, portando uma carteirinha de convênio médico.
Pra amenizar, segue uma brincadeirinha sobre o tema.

[ ]’s
{8¬)

critico

o criticar não é o não gostar

o olhar da criança
à colher de papa oferecida
anterior ao se decidir
por engolir ou não
nem sempre é birra
bem pode
já ser um postar-se criticamente




floripa, beiramar, 07/05/05