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30 novembro, 2010

MARIA CÂNDIDA I

Saravá, cybernavegantes do aquém, do além e dos alhures!
Peço perdão pelo sossego involuntariamente concedido a vocês. Por isto mesmo, não vou descarregar a metralhadora (que tá entupida até o beiço), ainda. Fica pra depôsi, como diz o MANEZIM (please, excuse my MINER'S accent) da ILHA.
Estivemos, minha patroa mais eu, fora do ninho para que o mesmo começasse a ser preparado para Maria Cândida, que se encontra no camarim materno e sobe ao palco em abril.
Por enquanto, aí vai a primeira que compus pensando nela. Pensando, não; sentindo. Ela, que há de relevar a lerdeza deste bardo chinfrim, fã de quebrar pé de verso.
Divido convosco.
{8¬)


quem vem lá?

ó
mar
ia
cândida
espuma
vibrar
r
rebento
arrebenta
no costão inglês

mágica ilha
acolhedora
mãe

quem sejas
tua é a hora

é o que deseja
o braço meu
teu
pai


lagoa, floripa, 16/10/2010



Ps. 1 - o formato do poema não é bem este, mas não sei como colocar no blog com o alinhamento que compus;
Ps. 2 - sempre tem mais alguma coisa nos HYPERLINKS: clique sem medo!