Palavras brincantes, nem sempre sisudas. Às vezes, sim. Normalmente, não. No fundo, e no raso, não passa de meu playground. Como playground não é para ser curtido sozinho, todos estão intimados. Um detalhe: este blog não faz a menor questão do novo trambique ortográfico.
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26 fevereiro, 2009
PARA FERNANDIM
Meu irmão Fernandim, não estranho teu estilo de falar do MST ( http://www.mst.org.br ), assim como gostar de Serra, Alkimin, Covas, Kassab e demais herdeiros daqueles votos que o Maluf sempre tinha em todas as eleições em SP, seja capital ou Estado. Os paulistas, principalmente os da capital, ainda se sentem bandeirantes, ainda continuam se matando em busca de esmeraldas ou de um punhado de índios pra vender. O pessoal que escraviza bolivianos na maior e mais rica cidade brasileira, em pleno séc. XXI, é legítimo herdeiro de Raposo Tavares, Borba Gato, Fernão Dias, Anhangüera e o outros heróis da pilhagem.
Segue aí algumas imagens dos “vagabundos” em sua luta, Numa boa...
{8¬)
Ps.: Vídeo de divulgação do livro Marcha Interrompida, romance escrito pelo jornalista Pedro César Batista, com base na história do massacre de Eldorado dos Carajás (PA). O livro está em sua segunda edição e será lançado na sede da ONU, em Nova York, para a comunidade brasileira residente naquele país. Um grande salve àqueles que lutam por um mundo justo e igualitário!
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26 janeiro, 2009
MST - 25 ANOS
Alguns anos atrás, Raul Jungmann, atual deputado pelo PPS-PE, então um extraordinário ministro para assuntos de Política Fundiária do governo FHC, estava sendo entrevistado no programa RODA VIVA (TV Cultu(ano)Ra). Enviei-lhe, por telefone, uma pergunta que, como em tantas outras tentativas de participar, também não foi colocada no ar. Como Paulo Markun é mais um morador desta nossa nada sonífera ilha, talvez um dia o encontre a degustar ostras ao cair da tarde em Santo Antônio de Lisboa (o mais belo final de tarde possível) e possa lhe perguntar onde é que tenho falhado em termos de perguntador. Bem, voltando à... quero dizer, ao Jungmann, assim que o ouvi dizendo que os Sem-terras precisavam aguardar com paciência pelas ações do seu ministério, que liguei para o programa solicitando que lhe fosse perguntado se isto era tudo o que tinha a dizer àquelas famílias “abrigadas” em barracas de lona plástica, sob aquele frio da terra gaúcha. E o programa nem tchum! pra minha pergunta. Clicando no nome do ex-ministro extraordinário, é possível saber que mais pessoas têm lhe feito perguntas. Quanto aos 25 anos de luta do MST, vejam como têm tentado apagar suas velinhas:

Ps.: imagem emprestada da FOLHAONLINE.

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