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11 junho, 2020

ONDE ESTÁ O SEU JOELHO?

Atenção!
A imagem expõe um ato genuinamente humano. E, antes que alguém venha com aquele papo de “o Homem é um animal que não deu certo”, lembro que gatos costumam brincar com ratos ou passarinhos antes de mastigá-los.
A diferença entre o Homo Sapiens e os demais animais – inclusive as demais espécies de Homo – é a capacidade de refletir a respeito de seus atos e as possíveis conseqüências dos mesmos. Então, antes de mirar apenas no portador do joelho ou em outros policiais, reflita sobre qual comportamento você tem desejado e/ou exigido da Polícia. Porque policiais, assim como outros militares, compõem o braço armado do Estado. Sua função é fazer cumprir a Lei.
Acontece que Estado não é uma entidade com corpo físico e vontade própria. Simplificando por demais – e já pedindo perdão a meus mestres ifichianos – é a organização instituída por uma determinada sociedade com o objetivo de garantir o adequado funcionamento do seu viver coletivo.
Há quem jure, em momentos como o atual, que não é racista. Mesmo quando repete – só de brincadeira – o slogan “preto parado é suspeito; correndo é ladrão” para filhos, amigos e vizinhos, em meio a inocentes risadas. E, realmente, acredita que não é racista ou que o racismo não existe.
De fato, não existe preconceito racial. O racismo é um conceito socialmente desenvolvido e difundido, nem sempre de maneira sutil, pela parcela da Sociedade que se beneficia do mesmo. É mais um instrumento útil a alguns que exercem ou desejam exercer o Poder.
Sugestão: antes de refletir sobre o texto, experimente ler esta notícia do EXTRA:





Policial branco agride comerciante negro vítima de furto por ter 'se confundido'


15 outubro, 2009

DIA DOS PROFESSORES - I

Veja que guria prendada. Além de atriz famosa, Maitê Proença é escritora (ou escreve e consegue publicar) e, pelo que se acredita, bem informada. E disse o que está aí no vídeo.
Por esta e outras bobagens - porque chamar de besteira é ecologicamente incorreto - ainda mais acredito que o que existe são alguns tipos de conceitos culturalmente elaborados, equivocados ou propositais, que, por comodidade, preferimos classificar como preconceitos. Socialmente, dói menos.
Talvez a maior parte dos professores de Dona Maitê, dentro e fora da escola, tenha dado sua colaboração.
E então?
{8¬?



Ps.: e que Fernando Pessoa, Camões e mais alguns possam perdoar esta rapariga!