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19 novembro, 2015

NÃO MAIS MARIANA’S!


A que serve uma área alagada de resíduos altamente perigosos, cujo volume aumenta indefinidamente? Quantas barragens abarrotadas de resíduos de mineração temos no País?
Muito se tem lamentado, falado, escrito, orado e memetizado sobre a TRAGÉDIA ocorrida na BACIA DO RIO DOCE, com o rompimento da barragem destinada a armazenar resíduos de responsabilidade da mineradora SAMARCO. Para piorar, há o risco do desmoronamento de outras duas represas do mesmo tipo e na mesma bacia. Como quase sempre, oferece-se a oportunidade para que políticos eleitos e derrotados, jornalistas sensacionalistas, analfabetos virtuais e eco-catastrofistas de plantão se esbaldem com a tragédia do momento.
O Humano, em geral, atém-se ao fenômeno, que é palpável e carece de pouco esforço para ser notado. Poucos se dedicam a refletir sobre as causas e, principalmente, formas de eliminação das mesmas com o objetivo de se evitar a repetição do estrago. Já aconteceram OUTROS ROMPIMENTOS e, pelo jeito, o fato voltará a ocupar as manchetes ainda por um bom tempo. O raio pode até não cair duas vezes no mesmo lugar. Porém, há sempre o risco de cair na vizinhança.
O passo fundamental - que deveria ter sido dado na implantação desta e de qualquer outra mineradora - é exigir, antes de autorizar sua instalação e funcionamento, o projeto do sistema de tratamento dos resíduos. Como esta exigência não foi apresentada antes, que seja do presente momento em diante condição sine qua non para o desenvolvimento da atividade de mineração.
Durante um curso de gerenciamento de resíduos sólidos, uns 20 anos atrás, ouvi do ministrante que a razão da poluição industrial é simples: a empresa privatiza o lucro e socializa o prejuízo. Será que não estamos passando da hora de empresas, assim como indivíduos, também privatizarem o prejuízo que vierem a causar? Apenas multar, pois mais alto que seja o valor, não garante a interrupção do risco de dano. Todo mundo conhece histórias envolvendo motoristas com dezenas de pontos na carteira e que, impunes ou não, sobem na calçada e atropelam e matam pessoas. Multas, a empresa insere nos seus custos de produção, repassando-as para os de sempre: os consumidos – ops!, quero dizer, os consumidores.
Lamúrias apenas engordam os que sabem faturar com prantos e ranger de dentes. O Cidadão não se descabela. Age.


Ps.: saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas).

11 abril, 2013

IMPRENSA CATARINENSE E SUA SAÚDE

O quê me fez postar o questionamento sobre a relação entre a Imprensa Catarinense e os problemas decorrentes da quase inexistência de SANEAMENTO BÁSICO em Florianópolis – no que nossa cidade não se difere da quase totalidade dos municípios brasileiros – foi exatamente este trecho da reportagem do DIÁRIO CATARINENSE:

"A Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) demarca pontos onde há coleta para análise da água. Na Beira-Mar, o lugar é atrás da estação da Casan. Segundo Haroldo Tavares, gerente de Pesquisa e Análise da Qualidade Ambiental da Fatma, são gastos cerca de R$ 200 por placa e muitas são roubadas ou derrubadas.
- A placa vale para toda a área em volta. Na Beira-Mar, estudamos colocar uma sinalização com base de concreto, que dure mais - diz Tavares."

Fiquei a refletir: por que será que o jornalista não indagou ao funcionário da FATMA se a intenção de colocar uma placa mais duradoura significa que o órgão estadual responsável pelo Meio Ambiente em Santa Catarina reconhece que é perda de tempo esperar que a CASAN execute seu trabalho adequadamente?
Já esclareço que não estou reclamando do jornalista em questão. Até porque seu trabalho torna público o deplorável estado do mar que compõe uma das mais belas paisagens de Floripa. Aliás, também não entendo por que os moradores e as empresas localizadas na Av. Beiramar Norte não ficam indignados por não poderem usufruir completamente de sua vizinha orla.
A meu juízo, com raras exceções – entre elas HÉLIO COSTA e MÁRIO MOTTA, alfabeticamente – não leio ou vejo jornalistas, sejam repórteres ou comentaristas – apontarem incoerências entre ações dos administradores públicos e suas propostas ou discursos. Por exemplo, o CAOS reinante nos serviços de saúde pública estadual, situação mais que reconhecida e apontada por todos os órgãos de imprensa catarinenses. Num dado momento, simplesmente seguram o microfone para o Governador e seus assessores exporem seu PACTO PELA SAÚDE propondo, entre outras coisas, 

"a descentralização do atendimento com a criação de 21 policlínicas (construção de 10 unidades e readequação de outras 11 já existentes) empontos estratégicos do Estado."

Noutro, e os parabenizo por isto, expõem as terríveis condições das instalações hospitalares públicas, algumas em vias de serem fechadas, das salas de cirurgia e equipamentos desativados por falta de mão de obra e, só para não variar, a revolta e o desespero de pacientes e seus familiares, como no caso do HOSPITAL INFANTIL.
Por que será que o jornalista ou, principalmente, o comentarista político não lembra ao entrevistado de ocasião que suas propostas parecem meio que elaboradas sem que as razões dos problemas tenham sido consideradas?
Com a palavra...

Ps.: saiba muito mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas); dentre outras informações, veja a data de lançamento do aqui citado pacto.

03 abril, 2013

POR FLORIPA!




Como alguns disseram, creio mesmo que este 02 de abril de 2013 é um dia pra maçar a história de Florianópolis. CÉSAR SOUZA Jr., nosso Prefeito, deu encaminhamento ao que, no meu entender, propôs de mais importante durante a campanha eleitoral: a urgência em planejar Floripa tendo a melhoria da qualidade de vida como parâmetro.
Qualquer pessoa que nunca tenha ouvido falar em Urbanismo sente que a cidade precisa encontrar um caminho seguro para o desenvolvimento, um caminho que não a leve para um beco sem saída. Basta nos movimentarmos em direção a um ponto que fique a mais de 10 quarteirões de nossa casa pra sentirmos que a cidade está quase empacada. Simplesmente, temos passado cada vez mais tempo tentando ir ou voltar de algum lugar, seja para trabalho ou lazer.
Acredito que mesmo boa parte das pessoas que se sentirem prejudicadas devido as medidas anunciadas pela atual administração encontrarão, numa Floripa bem organizada, novas maneiras de alcançar o sucesso em seus empreendimentos. Por exemplo, já imaginaram o dia em que alguém que venha participar de um evento e que esteja hospedado num dos hotéis situados próximos à AV BEIRAMAR possa, numa manhã de folga, simplesmente atravessar a avenida e tomar um sol – ou coisa mais líquida e gelada – nas areias do outro lado, ao invés de ter que amargar horas até alguma das praias ainda “própria para banho”? Aliás, façam mais um pequeno esforço e imaginem o dia em que nossas praias não precisarem mais da colocação desta plaquinha, o que parece ser o trabalho mais relevante da FATMA.
Afinal, quase todos nós conhecemos a história da Galinha dos Ovos de Ouro. Você, que me privilegia com esta visita ao blog, conhece esta história?


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18 março, 2013

NO FIM NÃO HÁ POTE


 Canta a lenda que no fim do arco-íris há um pote de ouro. Provavelmente, quando a lenda surgiu o ouro do pote não significasse o vil metal. Talvez fosse referência a outro tipo de felicidade, mais condizente com esta colorida e luminosa ponte entre o sem-fim do mar e a PRAIA DOS INGLESES. Praia cuja beleza espantosamente resiste apesar dos maus-tratos que lhe são impingidos, principalmente, por quem dela deveria cuidar ou, para dizer o mínimo, não estragar.
Como se fosse uma perversão da lenda, no final do arco-íris que a imagem revela há, por bizarro que o termo pareça ser, o “desencontro” do RIO CAPIVARI com o mar. Pois, as águas deste pouco ou nada têm a ver com as ondas que o recebem.
Vezes há em que nem se misturam, ficando a espuma branca apartada da água coliformemente escura por incompatibilidade de responsabilidades. Os responsáveis por sua saúde cobram o tratamento, mas não se movem de seus impecáveis gabinetes, hotéis, casas de praia, pranchas de surf, raquetes de frescobol, cangas etc. – salvo raras exceções, como sempre.
O Rio Capivari é tão abandonado que, até o momento, a FATMA (Fundação Apática de Monitoramento Ambiental) nem lhe julga merecedor de uma mísera plaquinha como aquelas que ornamentam inúmeras praias de Floripa explicitando a inoperância do órgão responsável pelo Meio Ambiente em Santa Catarina.
GEAN LOUREIRO, recém-empossado responsável pelas ações – ações?! – da FATMA declarou que agora ela vai começar a trabalhar de fato.
Enquanto isto, bem que alguns moradores e empresários acostumadosa descartar clandestinamente seu esgoto reflitam sobre esta atitude. Também será bacana se as pessoas que têm o hábito de levar cachorros e outros bichos para a praia refletissem sobre ISTO.
Porque somos todos responsáveis pela atual situação de abandono em que a Praia dos Ingleses se encontra. Somos responsáveis inclusive quando não assumimos esta responsabilidade. Ou privilégio conforme a visão de mundo de cada um.
Até quando nosso pote resistirá?
{8¬?


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15 janeiro, 2013

ASCAREL É COISA SÉRIA!


As providências tomadas em relação ao vazamento de ASCAREL na região da Tapera, bairro situado ao sul da Ilha de Santa Catarina, deixam claro a lentidão, pra não dizer inoperância, da FATMA, órgão estadual responsável pelo Meio Ambiente. Segundo reportagem publicada em 19/12/12 pelo CLICRBS, o Corpo de Bombeiros estimou “que o vazamento teria ocorrido há pelo menos três semanas, mas só agora moradores da região perceberam vegetação morta próxima à subestação”. Ainda segundo a mesma reportagem o vazamento foi de cerca de 12.000 litros. Entretanto, segundo relata o NDONLINE, somente ontem, 14/01/13, é que a FATMA interditou a área “possivelmente” contaminada. Possivelmente em termos quantitativos, pois que houve contaminação não há dúvidas.
Devido à alta periculosidade do ascarel, ele teve seu uso proibido por PORTARIA de 1981, ainda no regime militar, quando a preocupação com questões ambientais era próxima de zero. Segundo esta portaria, o contato com produto causa “lesões dermatológicas acentuadas, alterações no fígado e rins, alterações morfológicas nos dentes, alterações psíquicas, perda da libido, efeitos teratogênicos e cancerígenos”.
De toda maneira, ainda bem que, ao menos desta vez, a FATMA foi além de simplesmente monitorar – como procede em relação à poluição de praias catarinenses – e interditou a área. Para completar o serviço é preciso punir os responsáveis e garantir indenização às pessoas e empresas afetadas pela contaminação enquanto durar a interdição.
Em tempo: o problema precisa ser resolvido de maneiras eficaz, eficiente e efetiva para que, entre outras coisas, a MARICULTURA desenvolvida no sul da Ilha não perca o status de excelência conquistado através de muito trabalho e seriedade.

Ps. 1 – segundo pesquisa que fiz, a WPA AMBIENTAL é a única empresa licenciada para descontaminação de equipamentos por PCB’s.
PS. 2 – saiba muito mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas).

17 março, 2012

O LIXO É DE QUEM PODE MENOS

Primeiramente, agradeço aos visitantes que contribuíram com seus comentários na postagem anterior. Repetindo: os comentários são a cerejas, mesmo que as postagens não sejam aquele bolo bacana. Recomentando dois, sem reduzir a importância dos outros:
1 - FÁBIO MOSCHETTI, Até onde sei, SC não oferece EDUCAÇÃO AMBIENTAL em suas escolas. Talvez isto aconteça em algumas poucas. Aliás, foi a partir de SC, através do governador anterior, que partiu o movimento pelo CÓDIGO BESTIAL BRASILEIRO (alguns chamam de Florestal), cujo principal objetivo é reduzir as áreas de preservação. Quando vejo, neste momento de seca, os agricultores pleiteando verba pública para construir cisternas e açudes, fico com a impressão que a INDÚSTRIA DA SECA transferiu-se pra cá.
2 - Anônimo (conforme se identificou), a luta para que as empresas recebam de volta suas embalagens é coisa de décadas e, quando começou, quase ninguém botava fé. O que as fábricas de agrotóxicos fazem não é mais que sua obrigação, assim como também é do produtor rural. Tenho certeza de que o mundo ficará bem mais limpo no dia em que todas as embalagens forem devolvidas aos fabricantes, como aconteciam com os vasilhames de cerveja, antigamente.

Voltando ao lixo, que vem a ser as sobras das nossas atividades individuais e coletivas, domésticas e empresariais, ouvi durante um curso sobre gerenciamento de resíduos que a raiz deste problema é a mesma de outros que complicam o viver da maioria: o lucro é quase sempre privatizado e os custos são sempre públicos. Por isto mesmo chamo as sobras de lixo. Resíduos são reinseridos na produção até que apenas restem sobras inaproveitáveis, às quais é preciso dar uma destinação que não cause transtorno àquela minoria que todos conhecemos. É por isto que o lixo, independentemente de sua origem, não é de quem o produz. É de quem, pelas circunstâncias e escolhas da vida, é obrigado a sobreviver ao lado dele, embaixo dele, sobre ele.

Desta maneira, países de primeiro imundo sentem-se colaborando com a economia dos países de menor poder produtivo ao lhes “venderem” as sobras de suas atividades industriais e até hospitalares. E, por incrível que pareça, a população dos países remetentes acreditam que esta é uma forma alternativa de solidariedade ecologicamente correta, pois estão incentivando a reciclagem.

Assim também, as famílias que preenchem suas geladeiras e baixelas com mais alimentos do que comportam seus estômagos sente-se propiciando um adjutório comestível àquelas pessoas de menor poder aquisitivo ao lhes disponibilizar seus restos em coloridos latões de lixo ofertados nas calçadas das ruas bacanas de toda cidade.

Aliás, experimente ver a opinião do blog ATÉ TU sobre as sandálias aí da imagem. É fácil constatar que as garrafas confeccionadas com PET adaptadas para sandálias e as que foram utilizadas na construção do barco resíduos, não lixo. Sabedor disso, quando você esvaziar aquele litrão de refrigerante e atirar a garrafa pela janela do carro, fique em paz com sua consciência: está pavimentando o caminho para o céu dos justos.

O lixo não é de quem produz porque, enquanto está na produção, está matéria prima. Lixo é aquilo que ficava debaixo do MORRO DO BUMBA e você não tem nada a ver com aquil, não é mesmo?


Os.: como sempre, tem muito mais informações nos HYPERLINKS (palavras realçadas). Navegue sem medo.

10 março, 2012

LIXO: DE QUEM É, MESMO ?

Na primeira metade dos anos 90, quando trabalhava no Setor de Meio Ambiente da Prefeitura de COSMÓPOLIS, visitei o ATERRO MANTOVANI, um lixão industrial clandestino (como todos os lixões, industriais ou não, inclusive este aí que você permite na sua cidade) localizado em SANTO ANTÔNIO DE POSSE. Visitei o lixão juntamente com os prefeitos das duas cidades. Circulamos pela área ao lado do proprietário do lixão que, enquanto caminhávamos, nos contava sobre os resíduos que recebera durante mais ou menos 12 anos (até ser embargado pela CETESB).
Chegando próximo de uma mancha de piche que parecia ter acabado de jorrar através da terra vermelha, o proprietário estacou e disse ao prefeito possense:
“- Aqui, tem muito dinheiro. Recebíamos 30 toneladas, todos os dias! Já pensou o quanto isto significa termos de imposto para S. A. de Posse?”
Fiz uma conta rápida para entender este tal “significado”: 30 x 30 x 12 x 12 = 129.600 toneladas! E isto não é tudo: ele recebeu resíduos industriais de várias cidades e, muito provavelmente, do exterior, via PORTO DE SANTOS. Torci para ele estar exagerando. Então, olhei novamente para aqueles farrapos de sacos plásticos brotando do chão e dos barrancos, olhei bem para a imensa poça de óleo onde flutuavam bombonas azuis. Acreditei no que ele disse.
Detalhe: este lixão, que ainda está sendo
RECUPERADO, situa-se próximo à nascente do curso d’água que abastece Cosmópolis. O comopolense, como acontece com a maior parte da população de quase toda cidade brasileira, dormia tranquilo àquela época. Ainda dorme.
Aparentemente, daquela visita para cá o tempo passou. Aparentemente, porque, mais uma vez – e tenho certeza que não será a última, relatam os jornais que um desses países classificados como modernoso first world despachou uma carga de
LIXO PARA O BRASIL, camuflado como matéria prima.
Semana passada, o posto da Receita Federal situado no
PORTO DE ITAJAÍ apreendeu dois containers com sacolas e sacos plásticos contaminados como se fosse carga de polietileno. Segundo o DIÁRIO CATARINENSE, a origem deste mais recente presente de grego é o Canadá. Este mesmo Canadá que posa, e ingênuos acreditam, como país altamente cioso de suas obrigações com o Meio Ambiente.
Não é bem assim o que acontece, por exemplo, na extração de petróleo de suas
AREIAS BETUMINOSAS. Não sabia? Pois é, o primeiro mundo também faz sujeira. O diferencial é que fazem os países de segundo, terceiro, quarto etc. mundo de tapete, para baixo do qual empurram seus frutos indesejados. Como incentivo à leitura do artigo de Emmanuel Raoul veiculado pelo LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL, a respeito dos problemas causados pela extração de petróleo destas areias, experimente este trecho:
“Há aproximadamente dez anos, os habitantes de Fort Chipewyan começaram a pescar peixes disformes e com gosto de petróleo. Em seguida, o médico local deparou com vários casos de um câncer raro da vesícula biliar cuja incidência é, normalmente, de um para cada 100 mil habitantes. Ora, aqui vivem cerca de mil pessoas! Na primavera de 2006, o doutor John O’Connor responsabilizou a indústria petrolífera, publicamente, pela situação. As consequências foram terríveis para ele. A administração federal da saúde o processou por “atitude não profissional”. Mortificado por tais ataques, ele deixou a região em 2007.”
A pergunta que têm calado é: por que o lixo não é de responsabilidade de quem o produz?
Outras perguntas: que você tem a ver com isto?
Com a palavra, aqueles raros que refletem sobre o assunto.
{8¬?
Ps.: como sempre, muito mais informações nos HYPERLINKS (palavras realçadas). Basta clicar neles e outras portas se abrirão.

05 junho, 2011

Iniciativa Lagoa: Dia Internacional do Meio Ambiente

É HOJE, 05/06/2011, na LAGOA DA CONCEIÇÃO!!!

Este é um movimento livre e independente, mobilize-se e participe.

Somos um grupo de cidadãos que moram, frequentam e gostam da Lagoa. Portanto, despertamos dentro de nós a vontade de cuidar e contribuir pela melhoria dos seus espaços públicos e da natureza visívelmente ameacada. Acreditamos na participação coletiva e na mobilização, para que possamos tornar os espaços mais vivos.

As cidades e os espaços urbanos são educadores, ...principalmente com a ajuda de pessoas engajados para transformar, inovar, renovar e educar.

Traga suas ideias, talentos e contribuições. Podem ser eventos que envolvam jardinagem coletiva, arte na praça, dança, ginástica ao ar livre, pintura, música, circo, permacultura, hortas urbanas, culinária, design social, design ecológico, saúde, literatura e tudo que sua consciência social permitir.

10h - 13h: Artes com crianças e jovens na Praça da Lagoa
11h - 13h: Mutirão de coleta de lixo nos espaços públicos entre o shopping e a ponte
11h - Contação de Histórias na Praça da Lagoa
13h - 15h: Tribuna Livre na Praça da Lagoa
15h - 17h: Palestra Cultivando Ervas Medicinais (do cultivo ao uso correto) na Praça da Lagoa, com Alésio.
17h - Lançamento do documentário "A Educação e o Mosca Morta" (sobre sustentabilidade e educação ambiental). Cine Clube Sol da Terra
17h - Confraternização

Mais:
- Exposição de fotos
- Música Livre (traga seu instrumento)
- Graffiti (atrás do shopping)

10 maio, 2011

CÓDIGO FLORESTAL: APP's

Quando uma fábrica é flagrada poluindo o meio ambiente, por mais tóxicos e letais que possam ser seus resíduos, é comum ouvirmos alegações contra sua punição do tipo:
- se a fábrica fechar, teremos muitos pais de família desempregados;
- se a fábrica fechar o município vai perder arrecadação e faltarão verbas para a saúde e educação da população...
E por aí vai.


Neste momento, quando se discute alterações no CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO (que alguns querem transformar em Código do Agronegócio Brasileiro), ouve-se aos montes:
- haverá êxodo rural, pois as pequenas propriedades serão inviabilizadas;
- vai faltar comida na mesa do povo;
- o aumento no preço dos alimentos fará a inflação explodir...

E por aí vai.

Como é fácil perceber, o vampiro sempre dispõe de uma capa de vítima para momentos em que pode vir a ser descoberto.
Nesta conversa comum aos catastrofistas do sertão (como, talvez, dissesse ODORICO) há um equívoco (para não chamar de má-intenção).



Vejamos o que reza a Lei 4.771/65 no seu artigo 2º:
“Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas:
a) ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura mínima será: (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)
1 - de 30 (trinta) metros para os cursos d'água de menos de 10 (dez) metros de largura; (Redação dada pela Lei nº 7.803 de 18.7.1989)
(...)”


É fácil ver que o atual Código não define qual deve ser a metragem da faixa de preservação permanente seja no RIO AMAZONAS, no RIACHO DO NAVIO ou no RIO ITAJAÍ (aquele que costuma escapar do seu leito e fazer consideráveis e conhecidos desarranjos). O artigo 2º estipula qual é a largura mínima e não qual é a largura única da citada faixa em todo o território nacional. Estados e municípios podem definir, em suas respectivas leis ambientais, larguras maiores, caso julguem do seu interesse.

Fazendo uma analogia simples: quando o Governo Federal estipula o valor do SALÁRIO MÍNIMO não está definindo qual é o único valor que deve ser pago em todo o País. Haja visto que alguns estados brasileiros estipulam, através de leis próprias, valores maiores. Fica claro que, como no caso do salário mínimo, a largura mínima das ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE ao longo dos cursos d’água refletem um tratamento nacional MÍNIMO julgado necessário à preservação dos mesmos.

Obviamente que leis são dinâmicas e devem acompanhar as transformações que ocorrem na Agropecuária, Economia, na Ciência e, principalmente, na Sociedade. O detalhe é que a Sociedade não é composta apenas por proprietários rurais.

Quanto aos pequenos proprietários temerosos de não conseguir sobreviver caso a largura das aqui referidas APP’s permaneçam com está no atual Código, parece-me que não estão atentando para um risco iminente: ver suas terras desbarrancando rumo ao leito dos rios, levadas pelas enchentes. Pode ser interessante que procurem, enquanto é tempo, saber porque certas matas se chamam CILIARES. Aliás, qual a percentagem de pequenos proprietários na composição da UNIÃO DEMOCRÁTICA RULISTA?

De toda maneira, a questão ambiental precisa ser tratada no interesse de todos, inclusive dos que não percebem sua importância.


Ps.: saiba muito mais sobre o tema clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

05 maio, 2011

REPRISE ATUALIZADA: CÓDIGO BESTIAL*

Há, no mínimo, duas questões interessantes neste atual projeto de código florestal brasileiro:

1 – por que um país, para progredir, precisa ir na contra-mão do que é considerado moderno e, principalmente, imprescindível às gerações atuais (as futuras terão suas oportunidades de luta)? 2 – como é possível, salvo engano ou má fé, que alguém acostumado às lides do campo – pecuária ou agricultura, não saiba da importância da mata ciliar para a preservação de cursos d’água e, por extensão, da própria água?


Tomemos o caso de SANTA CATARINA que conseguiu aprovar um código ambiental inconstitucional e danoso à qualidade de vida dos catarinenses. Talvez seja o estado mais frágil na relação com os fenômenos climáticos: conforme a região, sofre com seca, chuvas e/ou ventania. Ou seja, dificilmente não está em situação de risco.
Durante o período chuvoso de 2008, entre inúmeras perdas humanas e materiais, tivemos a paralisação das atividades do PORTO DE ITAJAÍ. O aumento do volume de água no Rio Itajaí Açu destruiu instalações fundamentais ao seu funcionamento. O rio também teve seu processo de assoreamento intensificado, o que reduziu sua capacidade de receber navios de grande calado. Ora, as pessoas envolvidas na administração do porto, assim como seus usuários sabem que a qualidade do rio é fundamental para a operação do mesmo. Não é necessário grande esforço intelectual para compreender que tudo o que acontece à bacia hidrográfica reflete no porto. Então, que tal incentivar o proprietário rural, independente do tamanho da sua posse, a preservar as margens dos cursos d’água e nascentes e a fazer a sua recomposição recompensando-o por isto?
Se a preocupação do Aldo (comuna?!) Rebelo é não inviabilizar as pequenas propriedades, por que é tão difícil que ele compreenda que a existência das matas ciliares, além de melhorar a vida de quem habita ou trabalha rio-abaixo, ainda evita que a área da sua propriedade diminua com o desbarranqueamento que causa o assoreamento que prejudica o abastecimento das cidades e complica o porto?
Aliás, o Porto de Itajaí, sabedor que serviços de dragagem implicam em milhões de reais não se preocupa como o ASSOREAMENTO do Rio Itajaí -Açu?
O CÓDIGO FLORESTAL é importante para todos, não apenas para alguns setores, como defendem COMUNALDO REBELO e seus COMPADRES. Existem OPINIÕES DIFERENTES quanto às necessárias alterações no Código.

Ps. 1 - * que as bestas me perdoem pela comparação ambientalmente incorreta;
Ps. 2 - saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

18 outubro, 2010

FLORIPA E SUA HISTÓRIA.

Apresento dois vídeos que têm muito a ver com o momento atual de FLORIANÓPOLIS - SC, nossa mais que conhecida FLORIPA.

No primeiro, "DE DESTERRO A FLORIANÓPOLIS - Como tudo Começou, de Marcelo Gevaerd, temos uma apresentação cronológica de como a cidade tem se desenvolvido.



Neste outro vídeo, FLORIPA INVADIDA, do mesmo autor, já podemos perceber e, principalmente refletir a respeito, algumas das conseqüências do nosso estilo de nos relacionarmos com este lugar tão bonito e, por isto mesmo, tão frágil.
Já foi dito que a beleza é efêmera.



O que será que nós, nativos, moradores e/ou visitantes da Ilha temos a ver com o que tem acontecdo por aqui? A palavra está aberta.
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05 outubro, 2010

MARINA, VOCÊ SE PINTOU?

Para quem não viu, aqui vai um trecho dos muitos momentos de carícias entre os candidatos à presidência do Brasil. Neste caso, as personagens são JOSÉ SERRA (que vai disputar o segundo turno contra DILMA ROUSSEF) e MARINA SILVA (que se diz a grande vitoriosa, embora tenha ficado em terceiro lugar, portanto fora da disputa).
Como votarão Marina e seus eleitores neste segundo turno? Segundo noticiou a imprensa, Marina disse que seu PV tomará a decisão em plenário,dentro de 15 dias.
Neste vídeo pode-se ver e ouvir claramente qual é (ou era) a opinião de Serra sobre Marina. Vocês que votaram nela por querer mudanças ou por motivos morais e religiosos, de qual lado estão, agora?
{8¬?



De minha parte, ofereço esta singela homenagem a quem se julgar merecedor, enquanto transcorrem estes 15 dias de Marina e seu PV a refletir no MONTE DAS OLIVEIRAS.

{8¬)



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25 agosto, 2010

O ESTALEIRO DE BIGUAÇU

É claro que o povo de BIGUAÇU - SC merece melhorias na sua qualidade de vida e o estaleiro que pretendem instalar no Município em muito pode colaborar com isto, tanto no aumento dos recursos públicos, através dos impostos que, acreditamos, serão devida e corretamente recolhidos, quanto no incremento da oferta de mão-de-obra. A arrecadação de tributos é de fácil solução, pois prefeituras não costumam ter dificuldades neste quesito. A questão da mão-de-obra é um pouco mais complicada.
Meu pai trabalhou em construção de usinas hidrelétricas e refinarias de petróleo. Fui criado mudando de cidade em cidade, de estado em estado, acompanhando e sendo parte das conseqüências das instalações das mesmas. Por exemplo: numa das cidades em que moramos, a casa que alugamos por 250 dinheiros (tal qual Judas Carioca, também não sei o nome da moeda da época) era alugada anteriormente por 50. Creio que este dado permite visualizar um dos impactos. Minha família e as outras que chegaram ao mesmo tempo e por igual motivo aumentaram a demanda por moradia, escolas, serviços de saúde etc. Obviamente, a referida cidade não havia sido preparada para a chegada do “progresso”. Não havia feito sua parte.
Da nossa parte, não éramos como portugueses arrombando Pindorama. Chegávamos para construir, pois os empreendimentos necessitavam de mão-de-obra especializada e esta não havia. Éramos uma espécie de migrantes indesejados, porém necessários. Os habitantes das cidades para onde mudamos sofreram impacto bem maior que fauna e flora: apesar de TRÊS MARIAS o VELHO CHICO ainda está vivo; apesar de FURNAS, o rio continua GRANDE.
Assim como usinas e refinarias, também estaleiros nos são necessários, pois o país tem uma imensa faixa litorânea semi-utilizada que, não fosse JUSCELINO KUBITSCHEK (o primeiro rei do marketing mineiro; o segundo quer ser senador) seria hoje nossa principal via de transporte. Teríamos uma longa e larga “estrada” sem curvas, buracos ou congestionamentos. Há mais de 500 anos nossos ancestrais ibéricos fizeram-se ao mar; nós, com este marzão todo, seguimos grudados à terra.
Então, o estaleiro não é um problema. Pelo que leio, seus prováveis impactos ambientais, econômicos e sociais é que o são. Principalmente, os sociais, a meu juízo.
Portanto, dentre as medidas mitigadoras, é fundamental considerar a formação de mão-de-obra apta a desenvolver atividades especializadas e com bons salários. Tão fundamental, ou mais, quanto a formação é que os envolvidos no empreendimento – poder público e empreendedor - ofereçam garantias de que a construção da primeira embarcação inicie apenas quando 50%, por exemplo, da mão-de-obra envolvida for originária de Biguaçu.
Talvez seja uma maneira de o estaleiro ser também dos biguaçuenses. Afinal, a opinião mais importante é a deles, assim como a beira de mar desejada.
Que tal?


{8¬?

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12 julho, 2010

CÓDIGO BESTIAL*

Há, no mínimo, duas questões interessantes neste atual projeto de código florestal brasileiro:
1 – por que um país, para progredir, precisa ir na contra-mão do que é considerado moderno e, principalmente, imprescindível às gerações atuais (as futuras terão suas oportunidades de luta)?
2 – como é possível, salvo engano ou má fé, que alguém acostumado às lides do campo – pecuária ou agricultura, não saiba da importância da mata ciliar para a preservação de cursos d’água e, por extensão, da própria água?
Tomemos o caso de SANTA CATARINA que conseguiu aprovar um código ambiental inconstitucional e danoso à qualidade de vida dos catarinenses. Talvez seja o estado mais frágil na relação com os fenômenos climáticos: conforme a região, sofre com seca, chuvas e/ou ventania. Ou seja, dificilmente não está em situação de risco.
Durante o período chuvoso de 2008, entre inúmeras perdas humanas e materiais, tivemos a paralisação das atividades do PORTO DE ITAJAÍ. O aumento do volume de água no Rio Itajaí Açu destruiu instalações fundamentais ao seu funcionamento. O rio também teve seu processo de assoreamento intensificado, o que reduziu sua capacidade de receber navios de grande calado. Ora, as pessoas envolvidas na administração do porto, assim como seus usuários sabem que a qualidade do rio é fundamental para a operação do mesmo. Não é necessário grande esforço intelectual para compreender que tudo o que acontece à bacia hidrográfica reflete no porto. Então, que tal incentivar o proprietário rural, independente do tamanho da sua posse, a preservar as margens dos cursos d’água e nascentes e a fazer a sua recomposição recompensando-o por isto?
Se a preocupação do COMUNALDO é não inviabilizar as pequenas propriedades, por que é tão difícil que ele compreenda que a existência das matas ciliares, além de melhorar a vida de quem habita ou trabalha rio-abaixo, ainda evita que a área da sua propriedade diminua com o desbarranqueamento que causa o assoreamento que prejudica o abastecimento das cidades e complica o porto?
Aliás, o Porto de Itajaí, sabedor que serviços de dragagem implicam em milhões de reais não se preocupa como o ASSOREAMENTO do Rio Itajaí -Açu?
O CÓDIGO FLORESTAL importante para todos, não apenas para alguns setores, como defendem COMUNALDO REBELO e seus colegas.

Ps. 1 - * que as bestas me perdoem pela comparação ambientalmente incorreta;
Ps. 2 - saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

27 junho, 2010

PRAIA DA ARMAÇÃO - FLORIANÓPOLIS

O mar é o mar, tem seu movimento e, por não ser humano, não reflete sobre si ou seu rumo. O Humano, por ser capaz de refletir, acredita que pode domar o bruto, como lapida o diamante por este não lhe parecer perfeito quando arrancado à lavra ou surgir no fundo da bateia.
Vejamos um dos frutos desta relação tão discutida e, por incrível que pareça, tão equivocada.


OUTROS ENGENHOS; OUTRAS CHEIAS

Acompanho, pelo noticiário, o que acontece com parte dos meus irmãos nordestinos em conseqüência da CHEIA que assolou regiões de PERNAMBUCO e ALAGOAS.
Muitos prejuízos materiais e, principalmemte, sociais, com aqueles que mais sofrem perdendo o nada que tinham - se é que isto é possível - perdendo até mesmo a própria vida. Impossível não ficar consternado ao ver as cenas e ler os relatos sobre mais esta tragédia causada por equivocadas escolhas humanas. As mesmas escolhas, com pouquíssimas diferenças, que causaram os estragos em
SANTA CATARINA no ano de 2008. Da mesma forma como está acontecendo em algumas praias de FLORIANÓPOLIS.
Entretanto, o mais triste, é perceber que estas equivocadas escolhas continuam nos sendo "vendidas" pelos poucos que sempre lucram com elas. Pior: são "comparadas" pela maioria da população devido à inocência ou opção pela desinformação. Haja visto o ilegal
CÓDIGO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE, embora aprovado pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
Logo em seguida às tragédias, fala-se muito na FALTA de prevenção. Antes das tragédias, pouco se fala e, menos ainda, pratica-se a prevenção. Pensa-se (o Humano é um bicho de memória seletiva e curta) que a recente CHEIA alagoana é uma novidade; a maioria dos brasileiros já se esqueceu até da CHEIA catarinense. Inclusive muitos alagoanos e catarinas. Ler, talvez, possa nos ajudar a compreender um pouco mais sobre este fenômeno que deve continuar a existir por mais um bocado de tempo.
Na obra
MENINO DE ENGENHO (Editora José Olympio, 1981) o paraibano JOSÉ LINS DO REGO descreve uma cena vivida em sua infância. Pura poesia. Triste? Depende da opinião de quem o ler.
Vamos lá?






Ps.: clique nos HYPERLINKS (palavras realçadas) e verá muito mais além desta postagem.

21 junho, 2010

VAMOS PROTEGER OS ANIMALESCOS!

Pessoal,
Tirem os inocentes e os incautos da sala que o filme contém fortes cenas de entregueismo e tentativas de abandono da RES PUBLICA.
Vamos colaborar?
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11 abril, 2010

FLORIPA: PLANO DIRETOR

NOVAS REUNIÕES SOBRE O ANTEPROJETO DO PLANO DIRETOR DE FLORIANÓPOLIS

A MOBILIZAÇÃO DA POPULAÇÃO contra o anteprojeto do Plano Diretor fez com que o Prefeito Municipal de Florianópolis assinasse, na tarde de hoje, o decreto (n° 8056) que constitui Comissão Especial para apresentação e revisão do anteprojeto do Plano Diretor.
Sendo assim, novas sugestões poderão ser apresentadas pela população (pessoa individual, coletivamente, associações, órgãos públicos ou pessoas jurídicas), em datas específicas para cada região.


1ª REGIÃO – DATA: 03/05/2010 - Praia da Lagoinha, Praia Brava, Ponta das Canas, Praia da Cachoeira, Cachoeira do Bom Jesus, Vargem do Bom Jesus, Vargem Grande, Praia dos Ingleses, Praia do Santinho, Sítio Capivari, Praia de Canasvieiras, Praia de Jurerê, Jurerê Internacional, Praia do Forte, Praia da Daniela, Vargem Pequena e Ratones
2ª REGIÃO – DATA:05/05/2010 - Santo Antônio de Lisboa, Cacupé, Sambaqui, João Paulo, Saco Grande II E Monte Verde
3ª REGIÃO – DATA: 07/05/2010 - São João do Rio Vermelho, Muquem, Barra da Lagoa, Fortaleza, Lagoa da Conceição, Retiro da Lagoa, Costa da Lagoa, Canto dos Araças, Canto da Lagoa, Porto da Lagoa, Praia Mole, Praia da Joaquina, Praia e Parque da Galheta
4ª REGIÃO – DATA: 10/05/2010 - Rio Tavares, Fazenda do Rio Tavares, Porto do Rio Tavares, Campeche e Morro das Pedras
5ª REGIÃO – DATA: 12/05/2010 - Armação, Pântano do Sul, Costa de Dentro, Praia da Solidão, Alto Ribeirão, Ribeirão da Ilha, Costa do Ribeirão, Sertão do Ribeirão, Caiacanguru, Tapera do Ribeirão, Caeira da Barra do Sul e Naufragados
6ª REGIÃO – DATA: 14/05/2010 – Itacorubi, Santa Mônica, Parque São Jorge, Córrego Grande, Jardim Anchieta, Trindade, Pantanal, Carvoeira, Serrinha, Morro da Cruz (leste)
7ª REGIÃO – DATA: 17/05/2010 – Centro, Agronômica, Prainha, Morro da Cruz (oeste) e Cristo Redentor
8ª REGIÃO – DATA: 19/05/2010 – José Mendes, Saco dos Limões, Costeira do Pirajubaé, Aeroporto, Carianos, Sítio Valerim e Tapera do Base
9ª REGIÃO – DATA: 21/05/2010 – Balneário, Estreito, Ponta do Leal, Capoeiras, Coloninha, Monte Cristo e Chico Mendes
10ª REGIÃO – DATA: 24/05/2010 – Abraão, Coqueiros, Itaguaçu, Vila Aparecida e Praia do Meio.

PARTICIPE E DÊ SUA SUGESTÃO!


Ps 1 - o texto acima foi recebido por e-mail e postado aqui por causa de sua relevância nos destinos de FLORIANÓPOLIS, que nem todos tratam como a cidade merece.
Ps. 2 - para maiores informações, clique nos HYPERLINKS (palavras realçadas).

25 março, 2010

SOS FLORIPA: LAGOA DA CONCEIÇÃO


CONVITE IRRECUSÁVEL
Nesta quinta-feira, às 19:00 h, acontece REUNIÃO INTER-UNIVERSITÁRIA para discutir o PLANO DIRETOR DE LOTEAMENTO DE FLORIPA.
Local: auditório da Arquitetura da UFSC
Mais informações: SALVE A LAGOA




Ps.: para mais informações clique nos HYPERLINKS (palavras realçadas)

17 dezembro, 2009

A FLORAM ESTÁ TRABALHANDO?

Segundo a reportagem da RBS, pelo que entendo, os proprietários de imóveis construídos às margens de cursos d’água devem estar atentos porque a FLORAM (Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis) começou a trabalhar.
Será para valer?
Estamos próximos da salvação do RIO CAPIVARI?
Com a palavra...
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