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02 setembro, 2009

O POVO RELÊ A REVISTA VEJA

Da imaculadíssima tribuna do Senado a Senadora Kátia Tratorabreu brande a Revista VEJA, de 02/09/2009, que apresenta em sua capa um boné do MST cheio de dinheiro e a manchete é “ABRIMOS O COFRE DO M$T”. Pede providência das autoridades policiais brasileiras e internacionais e da Receita Federal no sentido de investigar a origem considerada, por ela, criminosa dos recursos do MST.

Partindo de um dos meus raros princípios básicos de que todo mundo está certo, ela também está. Assim como estão os que deram o tratamento que julgaram justo, à dita Veja.

Vamos zoiar?

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Vídeo emprestado de giranada

"19 de agosto - Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua. 2009 - Cinco anos do massacre de pessoas em situação de rua no Centro de São Paulo. Ato na Praça da Sé. Repúdio à revista Veja e à reportagem "Profissionais da esmola" publicada na Veja São Paulo (edição n° 2126 / agosto).

Obs.: cliquem nos hyperlinks (palavras em destaque) para melhores informações.

07 julho, 2009

A CAÇA AO CAMPONÊS É CONTÍNUA

Será que esta notícia do site GLOBO acalmou o lado psdbistademo de merrmão Fernandim do Recife?

“07/07/09 - 07h54 - Atualizado em 07/07/09 - 10h43

Cinco pessoas morrem em assentamento sem-terra em Pernambuco

Para testemunhas, dois homens atiraram nas vítimas em uma obra. Uma das vítimas foi atingida no ombro e está internada em Caruaru.

Cinco pessoas foram assassinadas em um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na Fazenda Garrote, no distrito de São Domingos, em Brejo da Madre de Deus (PE), na noite desta segunda-feira (6).
De acordo com a polícia, seis homens estavam construindo uma casa, quando dois homens teriam chegado em uma moto e atiraram nos seis.
(...)”

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26 fevereiro, 2009

PARA FERNANDIM


Meu irmão Fernandim, não estranho teu estilo de falar do MST ( http://www.mst.org.br ), assim como gostar de Serra, Alkimin, Covas, Kassab e demais herdeiros daqueles votos que o Maluf sempre tinha em todas as eleições em SP, seja capital ou Estado. Os paulistas, principalmente os da capital, ainda se sentem bandeirantes, ainda continuam se matando em busca de esmeraldas ou de um punhado de índios pra vender. O pessoal que escraviza bolivianos na maior e mais rica cidade brasileira, em pleno séc. XXI, é legítimo herdeiro de Raposo Tavares, Borba Gato, Fernão Dias, Anhangüera e o outros heróis da pilhagem.
Segue aí algumas imagens dos “vagabundos” em sua luta, Numa boa...
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Ps.: Vídeo de divulgação do livro Marcha Interrompida, romance escrito pelo jornalista Pedro César Batista, com base na história do massacre de Eldorado dos Carajás (PA). O livro está em sua segunda edição e será lançado na sede da ONU, em Nova York, para a comunidade brasileira residente naquele país. Um grande salve àqueles que lutam por um mundo justo e igualitário!

26 janeiro, 2009

MST - 25 ANOS

Alguns anos atrás, Raul Jungmann, atual deputado pelo PPS-PE, então um extraordinário ministro para assuntos de Política Fundiária do governo FHC, estava sendo entrevistado no programa RODA VIVA (TV Cultu(ano)Ra). Enviei-lhe, por telefone, uma pergunta que, como em tantas outras tentativas de participar, também não foi colocada no ar. Como Paulo Markun é mais um morador desta nossa nada sonífera ilha, talvez um dia o encontre a degustar ostras ao cair da tarde em Santo Antônio de Lisboa (o mais belo final de tarde possível) e possa lhe perguntar onde é que tenho falhado em termos de perguntador. Bem, voltando à... quero dizer, ao Jungmann, assim que o ouvi dizendo que os Sem-terras precisavam aguardar com paciência pelas ações do seu ministério, que liguei para o programa solicitando que lhe fosse perguntado se isto era tudo o que tinha a dizer àquelas famílias “abrigadas” em barracas de lona plástica, sob aquele frio da terra gaúcha. E o programa nem tchum! pra minha pergunta. Clicando no nome do ex-ministro extraordinário, é possível saber que mais pessoas têm lhe feito perguntas. Quanto aos 25 anos de luta do MST, vejam como têm tentado apagar suas velinhas:


Ps.: imagem emprestada da
FOLHAONLINE.

21 setembro, 2008

O QUE É HIP HOP?

Numa edição do programa DIÁLOGOS IMPERTINENTES, Júlio Medáglia criticando a opção de alguns pelo ritmo hip-hop, diz que as pessoas que ouvem e fazem este tipo de música querem copiar os negros norte-americanos. Diz que este tipo de música, nos Estados Unidos, está baseada no conflito racial, que não existe no Brasil. Nós, tupiniquins, só desfrutamos do conflito social.
Daí, eu fico pensando: como é fácil pra um branco, e alguns pretos de alma branca, conversar sobre racismo no Brasil... Vêem o pelourinho como alguns vêm chifres: não existem; pessoas é que os põem, umas nas cabeças das outras.
Parece-me que ele, assim como Luiz Antônio Giron, outro dos debatedores, não sabem que
MOVIMENTO HIP HOP é uma instituição sócio-cultural popular e que RAP é que é um estilo musical.
Pode ser salutar tomar conhecimento do que está acontecendo pra lá dos condomínios e belas avenidas.