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25 agosto, 2010

FRANKLIN CASCAES - MOSTRA

O convite vem de GUTO LIMA:

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Últimos dias de visitação!

Exposição que se encontra aberta desde 10 de julho levou milhares de visitantes ao Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis.
Domingo, 29 de agosto, é o último dia para a visitação de "Franklin Cascaes: desenhos e esculturas", com curadoria de Fernando Lindote. A entrada é franca.

Após quase dois meses aberta ao público, a mostra fechará tendo alcançado os objetivos propostos.
A curadoria de Fernando Lindote trouxe uma outra maneira de se perceber a obra de Franklin Joaquim Cascaes (1908-1983). São 29 desenhos e 4 conjuntos de esculturas que se encontram expostos nas salas de exposições temporárias do Palácio Cruz e Sousa.
Diversas atividades foram realizadas ao longo deste período, incluindo o Paralelo Cascaes, o projeto Itinerários de Exposição, o CineCascaes e o Colóquio Cascaes, que foi acompanhado pelo lançamento do catálogo da mostra.
Além disso, a ação educativa atendeu estudantes da rede pública de ensino municipal, estadual e federal, incluindo ainda escolas particulares.

O conjunto da programação pode ser conferido em http://cascaes-desenhos-e-esculturas.exatosegundo.com.br/ "

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22 março, 2009

CRUZ E SOUZA EMPAREDADO

Pessoal,
Cláudia Cárdenas enviou-me, e fico muito agradecido, o documentário
Cruz e Sousa - a volta de um desterrado, produzido pela CÂMERA OLHO.
Ao invés de dar pitaco, prefiro deixar uma questão aos que assistirem este revelador, em todas as suas nuances, filme de não-ficção,:
- o que quererá dizer o celular e aquele pé ensapatado das cenas finais?
Dividindo a sala convosco:




Para ir um pouco além de “vozes veladas,veludosas vozes”, experimentem este exerto de EMPAREDADO, do próprio:

(...)
Assim é que eu via a Arte, abrangendo todas as faculdades, absorvendo todos os sentidos, vencendo-os, subjugando-os amplamente.
Era uma força oculta, impulsiva, que ganhara já a agudeza picante, acre, de um apetite estonteante e a fascinação infernal, tóxica, de um fugitivo e deslumbrador pecado...
Assim é que eu a compreendia em toda a intimidade do meu ser, que eu a sentia em toda a minha emoção, em toda a genuína expressão do meu Entendimento — e não uma espécie de iguaria agradável, saborosa, que se devesse dar ao público em doses e no grau e qualidade que ele exigisse, fosse esse público simplesmente um símbolo, um bonzo antigo, taciturno e cor de oca, uma expressão serôdia, o público A+B, cujo consenso a Convenção em letras maiúsculas decretara.
Afinal, em tese, todas as idéias em Arte poderiam ser antipáticas, sem preconcebimentos a agradar, o que não quereriam dizer que fossem más.
No entanto, para que a Arte se revelasse própria, era essencial que o temperamento se desprendesse de tudo, abrisse vôos, não ficasse nem continuativo nem restrito, dentro de vários moldes consagrados que tomaram já a significação representativa de clichês oficiais e antiquados.
(...)"


O texto completo pode ser lido em
http://www.arq.ufsc.br/arq5625/modulo1indianismo/apresentacao/emparedado.htm

E então?

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