Palavras brincantes, nem sempre sisudas. Às vezes, sim. Normalmente, não. No fundo, e no raso, não passa de meu playground. Como playground não é para ser curtido sozinho, todos estão intimados. Um detalhe: este blog não faz a menor questão do novo trambique ortográfico.
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28 agosto, 2013
EMBAIXADA DO DOI-CODI?!
Mô povo,
Será ofensa à fauna chamar de bestagem o ato de um cara que deve ter estudado dias e noites (ou ter sido bem indicado) para ser aprovado no Colégio Rio Branco e que, numa explosão de sinapses, comprar uma embaixada brasileira, seja lá onde for for, com o DOI-CODI?
Confiram a fantástica frase que pode ser conferida no GLOBO. COM:
"- Eu me sentia como se tivesse o DOI-Codi ao lado da minha sala de trabalho. Um confinamento prolongado e sem perspectivas - disse Saboia"
Que tipo de escola este cara frequentou? Quem terá sido o professor de História desta sumidade da diplomacia?
Não é à toa que Aócio & ACMelhados apoiam sua atitude. O pessoal que não consegue assistir filme com legenda também deve apoiar.
Sempre imaginei - e agora, já estou repensando isto - que diplomatas são pessoas que se preparam para,
principalmente, resolver conflitos entre nações.
A cena parece ser de um filme onde o mocinho invade o castelo para libertar os hóspedes da masmorra. Isto dá, no mínimo, uma mini-série na platinada. Ou uma fotonovela na Zóia.
Eu, hein?
Ps. 1 - Na imagem VLADIMIR HERZOG, que não teve a mesma sorte na embaixada do DOI-CODI.
Ps.2 - Saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas).
10 fevereiro, 2009
POIS AGORA, BATTISTI?!
Sobre o caso Battisti, existem várias opiniões. Pode ser interessante ler o artigo CARTA CAPITAL E O PAÍS DE PINOCCHIO, de Giuseppe Cocco. Vejam um trecho abaixo. Para ler na íntegra, basta clicar no título do artigo que a página abrir-se-á.
“(...)
No Brasil, as vivas polêmicas suscitadas pelo caso Cesare Battisti foram e são atravessadas por dois grandes vieses. Obviamente, um deles tem origem na Itália. O outro, só um pouco menos óbvio, é fato da conjuntura política brasileira.
A violenta reação da classe política italiana à decisão brasileira de conceder “refúgio” a Battisti tem dois determinantes. O primeiro diz respeito à composição fortemente reacionária do atual Executivo, presidido por Silvio Berlusconi. Se o berlusconiano ministro do exterior, Franco Frattini, chamou de volta o embaixador, foram os pós-fascistas a ameaçar com a suspensão do amistoso de futebol entre Brasil e Itália; e um deputado da "Lega Nord" a declarar que o Brasil é conhecido por suas dançarinas e não por seus juristas.
(...)”
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