30 novembro, 2007

A LUTA É CONTÍNUA

NÃO CARA-PÁLIDA!

sei que só
não salvarei a tribo
mas não serei o batedor
que dirá à cavalaria
qual é a melhor hora para o ataque

não me cativam
teus espelhos e contas de vidro


Ps.: o poema é uma das formas de participar do festim que vai rolar em Brasília.


Um comentário:

Luís disse...

Não me cativam suas contas mesmo. A flor da palavra nasce pra dar vazão ao passado tornado surdo-mudo e fugir do futuro aleijado que nos aguarda em nosso andar trôpego. E eu não estou bêbado.