13 janeiro, 2010

ZILDA ARNS FOI PASSEAR

E assim se vai ZILDA ARNS, junto com alguns daqueles que sempre defendeu. E me lembro que tanto ela como HELDER CAMARA não mereceram o tal PRÊMIO NOBEL DA PAZ. O mesmo prêmio que pode ser concedido a BARACK OBAMA seus milhares de canhões fumegantes.
É mole?
Boa viagem, Zilda.
{8¬..



Ps.: o vídeo é treiller do do documentário A GRANDE MOEDA, de Claudio Galvão e Mariel Santana, e tem a participação especial da Dra. Zilda Arns, fundadora e coordenadora internacional da PASTORAL DA CRIANÇA.

6 comentários:

Newton disse...

a vida não parece justa quando perdemos alguém como a Zilda Arns.Todos perdemos um pouco de nossa vida, mesmo aqueles que não concordavam com sua atuação e até mesmo seus inimigos.

Nágila disse...

Acredito que o grande consolo ou conforto seja o trabalho deixado por pessoas como Zilda...cabe a nós darmos continuidade..cada um a seu modo e de acordo com suas possibilidades

Fernando Pires disse...

Que Deus pela sua infinita misericordia e justiça a receba lá no céu.
A quem possa interessar, existem no Brasil uma quantidade imensa de crianças aguardando Adoção.
"Claro que não são as loirinhas de olhos claros."
Porque eu estou falando isso?
Já adotei uma e hoje ela tem 09 anos.

Anônimo disse...

se cada um fizer um bucadinho que seja, já é. E esse é, é algo muito grande se pensarmos e olharmos em volta, e vermos que muitos dos nossos estão apenas olhando seus próprios umbigos, a maioria as suas próprias panças cheias de fast-food, e preocupados apenas com o brinde surpresa que o "combo", os oferece. Presos num mundo imaginário e individualista os terrestres vêem a sua Casa desabar, afundar, cair, e assistem sentados em seus sofás de couro, entre um intervalo do drama Heleanóide de Manoel Carlos e do Grande Irmão, os seus verdadeiros irmãos partirem com dor. E ainda gozam, por acharem que isso é Viver a Vida... Se existe um belo exemplo da doce Zilda a nós, acredito ser este: como um beija-flor, de "pouco a pouco", se pode fazer O muito, basta MUDAR o olhar, ver além, exercitar aquele olhar do coração, que acolhe sem julgar, que vê todos como igual, com amor incondicional. Ela foi grande, soube olhar e soube fazer. Rany

Silvia disse...

Felizmente, o q ela fez não tem retorno. Depois dela, tudo ficou diferente. Tenho orgulho de ter participado da pastoral.

Anônimo disse...

Fazer a diferença é assim ñ fazer diferença, ñ foi uma católica, foi e é um ser Humano para muitos humanos.
Ante uma partida assim do que na poltrona macia.