Saravá, cybernavegantes do aquém, do além e dos alhures!
Peço perdão pelo sossego involuntariamente concedido a vocês. Por isto mesmo, não vou descarregar a metralhadora (que tá entupida até o beiço), ainda. Fica pra depôsi, como diz o MANEZIM (please, excuse my MINER'S accent) da ILHA.
Estivemos, minha patroa mais eu, fora do ninho para que o mesmo começasse a ser preparado para Maria Cândida, que se encontra no camarim materno e sobe ao palco em abril.
Por enquanto, aí vai a primeira que compus pensando nela. Pensando, não; sentindo. Ela, que há de relevar a lerdeza deste bardo chinfrim, fã de quebrar pé de verso.
Divido convosco.
{8¬)
quem vem lá?
ó
mar
ia
cândida
espuma
vibrar
r
rebento
arrebenta
no costão inglês
mágica ilha
acolhedora
mãe
quem sejas
tua é a hora
é o que deseja
o braço meu
teu
pai
lagoa, floripa, 16/10/2010
Ps. 1 - o formato do poema não é bem este, mas não sei como colocar no blog com o alinhamento que compus;
Ps. 2 - sempre tem mais alguma coisa nos HYPERLINKS: clique sem medo!
Palavras brincantes, nem sempre sisudas. Às vezes, sim. Normalmente, não. No fundo, e no raso, não passa de meu playground. Como playground não é para ser curtido sozinho, todos estão intimados. Um detalhe: este blog não faz a menor questão do novo trambique ortográfico.
30 novembro, 2010
MARIA CÂNDIDA I
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13 novembro, 2010
XANGAI: BOLERO DE ISABEL
O vídeo acima apresenta uma maneira de desenxergar o NORDESTINO que povoa a mente de muitos daqueles que se julgam habitantes do paraíso sul-brasileiro. Ficou um bocado mais explícita na recente campanha para candidato à presidência do Brasil, chegando às raias da bestialidade (que me perdoem a comparação ecologicamente incorreta)
Porém, também é possível enxergar e, principalmente, deleitar-se com muitas das coisas que a cultura nordestina pode nos oferecer. Por exemplo, XANGAI cantando BOLERO DE ISABEL, de JESSIÊ QUIRINO. Música e letra de fácil composição, pois qualquer dos artistas mais tocados nas emissoras de rádio, programas de TV e bailçoes fazem melhor com um pé nas costas. Trocadilhando, tiram de letra.
Liguem as atenas, ó raça! Ouçam/vejam que rima e melodia simples este povo do Nordeste é capaz de fazer, sabendo tão pouco das modernidades do SUL MARAVILHA.
Ps.: saibam mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)
11 novembro, 2010
CPMF SEM P: RETORNO OU TRANSTORNO?
Para começar, creio que ficou claro na postagem anterior que, do meu ponto de vista, o maior problema em relação à carga tributária, alta ou baixa, é a recusa da maior parte da sociedade em acompanhar seriamente o que é feito com os recursos públicos. Ela só se lembra do posto de saúde, para ficarmos no tema, quando precisa dos seus serviços. Acabo de assistir pela TVBV, de Florianópolis, que a Secretaria Estadual da Saúde de Santa Catarina não repassa os recursos devidos ao HOSPITAL DE LAGES. Alguém ouviu, antes das eleições, algum jornalista comentar sobre este tipo de relacionamento entre a referida Secretaria e o hospital que Raimundo Colombo (DEM-SC), governador eleito, orgulhava-se de ter ampliado? Ele, assim como Dilma Roussef (PT), foram eleitos com a proposta de dar continuidade às atuais administrações estadual e federal. Torço para que os dois melhorem a situação que encontrarão a partir de 2011. Afinal, os próximos anos de nossas vidas dependem de suas atitudes.
O importante de um imposto que incida sobre a movimentação financeira é ser aplicado exatamente onde deve: na circulação da riqueza. É o que, por exemplo, deveria ser o tal imposto de renda. Assalariado recolher imposto de renda é que é uma tremenda incoerência, pois SALÁRIO não é RENDA. E não estou vendo assalariados reclamando disso.
Tomara a CPMF (sem o P), ou seja lá o nome que venha a ter, seja instituída no bojo de uma efetiva Reforma Tributária que torne nosso regime de tributação um mecanismo de crescimento da economia e de diminuição das desigualdades sociais atualmente existentes.
Em relação à fiscalização, da mesma forma que outros tributos, a CPMF também atuava como um mecanismo de identificação da má versação de verbas, públicas ou privadas. A conjunção TAMBÉM foi utilizada porque a CPMF não era O (artigo definido) instrumento de fiscalização.
Sobre a partidarização da discussão sobre a necessidade da sua volta, fica complicado que algum dos partidos políticos acusar o(s) outro(s), posto ter sido criada no governo FHC e mantida, enquanto foi possível, no governo LULA. Para reforçar esta minha afirmação, lembro que Antônio Anastasia (PSDB-MG), governador eleito sob as bênçãos de Aécio Neves, atual estrela tucana, manifestou-se favorável à sua existência, segundo a FOLHA.COM: “ANASTASIA DIZ CONCORDAR COM VOLTA DA CPMF 'APERFEIÇOADA'” (prestem bem atenção à data da reportagem.
Quanto ao destino dos recursos arrecadados numa eventual ressuscitação da CPMF (insisto que sem o P), tomara sejam, se discriminado em lei, totalmente aplicados à promoção da SAÚDE; se assim serão aplicados ou não, assim como no caso dos demais, dependerá da vontade dos contribuinte. Como sempre.
Em tempo: aos ingênuos de plantão sugiro a leitura de CÂNDIDO, de Voltaire. Nada tem a ver com o tema, mas, talvez, tenha tudo a ver com a movimentação de boa parte daqueles que aderem a abaixo-assinados.
Ps.: saiba mais clicando nos HYPERLINKS (palavras realçadas)
O importante de um imposto que incida sobre a movimentação financeira é ser aplicado exatamente onde deve: na circulação da riqueza. É o que, por exemplo, deveria ser o tal imposto de renda. Assalariado recolher imposto de renda é que é uma tremenda incoerência, pois SALÁRIO não é RENDA. E não estou vendo assalariados reclamando disso.
Tomara a CPMF (sem o P), ou seja lá o nome que venha a ter, seja instituída no bojo de uma efetiva Reforma Tributária que torne nosso regime de tributação um mecanismo de crescimento da economia e de diminuição das desigualdades sociais atualmente existentes.
Em relação à fiscalização, da mesma forma que outros tributos, a CPMF também atuava como um mecanismo de identificação da má versação de verbas, públicas ou privadas. A conjunção TAMBÉM foi utilizada porque a CPMF não era O (artigo definido) instrumento de fiscalização.
Sobre a partidarização da discussão sobre a necessidade da sua volta, fica complicado que algum dos partidos políticos acusar o(s) outro(s), posto ter sido criada no governo FHC e mantida, enquanto foi possível, no governo LULA. Para reforçar esta minha afirmação, lembro que Antônio Anastasia (PSDB-MG), governador eleito sob as bênçãos de Aécio Neves, atual estrela tucana, manifestou-se favorável à sua existência, segundo a FOLHA.COM: “ANASTASIA DIZ CONCORDAR COM VOLTA DA CPMF 'APERFEIÇOADA'” (prestem bem atenção à data da reportagem.
Quanto ao destino dos recursos arrecadados numa eventual ressuscitação da CPMF (insisto que sem o P), tomara sejam, se discriminado em lei, totalmente aplicados à promoção da SAÚDE; se assim serão aplicados ou não, assim como no caso dos demais, dependerá da vontade dos contribuinte. Como sempre.
Em tempo: aos ingênuos de plantão sugiro a leitura de CÂNDIDO, de Voltaire. Nada tem a ver com o tema, mas, talvez, tenha tudo a ver com a movimentação de boa parte daqueles que aderem a abaixo-assinados.
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